Longos dias de Verão



Quem me dera que todos os dias fossem assim
Tudo é imenso
Os dias de Sol de muita vitalidade
As noites estreladas cheias de brilho
A mesmo que encontro nos teus olhos,
E na força do teu coração
No calor das tuas mãos.

Queria partilhar tudo contigo, bons e maus momentos.
Não gosto dos momentos sem ti.
Gostava que me deixasses amar-te
Tens medo de ser amada como eu te sei amar
Tens medo desse sentimento louco com sabor a caramelo
Liberta-te! Eu já fui como tu até perceber que se não me libertasse iria ser sempre assim
Fechado em mim mesmo sobrevivendo em vez de viver.

Há pouca coisa melhor que um abraço profundo...
Ou talvez nem haja nenhuma coisa melhor.
Vem! Abraça-me!
Quero ser criança outra vez nos teus braços
Quero poder largar as minhas defesas e ser frágil por momentos
Quero poder descansar...
Desejo conhecer esse teu coração frágil que disfarças por detrás de um sorriso
Que esqueces na loucura do trabalho.
Quero que sejas tu mesma sem medos
Sem medo de me desagradar,
Sem medo de me perder,
Sem medo de falhar
Quero-te como tu és lá no fundo.
Bem no fundo...
Quero isso para te poder amar incondicionalmente!
Deixa-me amar-te nestes longos dias de Julho.
Imagino caminharmos junto ao mar
Que nos leva as pegadas para sempre as guardar
Quando o Sol se põe leva a cor da nossa pele
Nas noites quentes de Lua prateada
Fica o nosso beijo no silêncio da linguagem dos corpos.
A linguagem mais verdadeira é aquela do silêncio.
Sempre que me olhas um pedaço de mim fica contigo.
Para sempre gravado numa pequena noite de Julho

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